O HTML em suas iniciais significa HyperText Markup Language, em português podemos traduzir ao pé da letra como Linguagem de Marcação de Hipertexto, e se refere a um método de configuração de páginas para a internet.

A sua linguagem de marca√ß√£o presente nas p√°ginas de web permitem a interpreta√ß√£o dos c√≥digos atrav√©s dos navegadores. Essa tecnologia e metodologia s√£o poss√≠veis gra√ßas ao agrupamento dos padr√Ķes.

A seguir vamos aprofundar mais detalhes sobre essa linguagem de configuração que, na prática, costuma ser implementada.

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A linguagem HTML

Essa linguagem de marca√ß√£o de c√≥digos permite configurar as p√°ginas que s√£o veiculadas na internet, podemos afirmar que o HyTime √© uma estrutura√ß√£o padr√£o de hiperm√≠dia e de conte√ļdo.

No contexto da inform√°tica, um documento digital √© compreendido como um conjunto de conte√ļdo e de eventos dependentes de diferentes tipos de arquivos e plataformas como o √°udio, o v√≠deo, o texto e a imagem.

Esses conjuntos de arquivos, tempos e plataformas podem ser conectadas por hiperliga√ß√Ķes. Por√©m, no HTML os padr√Ķes de processamento de texto √© independente dos demais padr√Ķes aplicados para a leitura digital.

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O que é HTML?

Essas iniciais significam, em português, Linguagem de Marcação de Hipertexto. Portanto, ele é uma linguagem de base para a internet para ser traduzido por navegadores e máquinas.

Al√©m do usu√°rio comum, os sistemas robotizados de codifica√ß√£o e registro de informa√ß√£o podem capturar essas informa√ß√Ķes e traduzir assim como ocorre nos motores de busca do Google.

Podemos considerar os documentos editados e salvos em HTML como arquivos de texto simples que podem ser gerados, editados e codificados através de qualquer editor de texto.

Uma página de internet pode ser codificada usando o bloco de notas do Windows, TextEdit do Macintosh e até no Linux.

Além dos editores de textos comuns, a codificação pode ser implementada em programas de edição de texto parrudos como Visual Code, Notepad++, sublime, etc.

No mercado de informática há programas que permitem o uso de códigos de diferentes linguagens na construção de uma página ou site inteiro que agilizam a inclusão de imagens, tabelas, sidebar, tabelas, listas, entre outros objetos.

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Como editar

Como afirmado anteriormente, a codificação pode ser aplicada utilizando programas simples como o bloco de notas do Windows.

Existem editores mais completos como os de texto fonte que podem inserir automaticamente os marcadores, orientando a inser√ß√£o de atributos e marca√ß√Ķes para a p√°gina.

Tamb√©m podemos encontrar os editores WYSIWYG que propiciam oferecem ambiente de edi√ß√£o com um “esbo√ßo” resultado final das marca√ß√Ķes.

Visual Studio


Um dos programas gratuitos como Visual Studio ( com o logo azul ) que possui funcionalidades mais avançadas do que o bloco de notas

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As linguagens para a criação de sites

As linguagens mais conhecidas para o desenvolvimento de sites e aplica√ß√Ķes web s√£o:

Frontend:

  • HTML;
  • CSS;
  • JavaScript.

Backend:

  • JavaScript ( nodeJs );
  • Php;
  • C# (C-Sharp);
  • Go;
  • Ruby;
  • Pyton;
  • Java ( √Č diferente de javascript );
  • Etc.

A linguagem HTML √© muito utilizada para exibir informa√ß√Ķes de texto, imagem, √°udio e v√≠deo. O CSS permite criar estilos √† informa√ß√£o codificada pelo HTML. O JavaScript √© a linguagem que vai fazer essa informa√ß√£o receber alguns comportamentos autom√°ticos.

O PHP é uma linguagem muito presente em softwares enraizados em servidores como WordPress, Joomla , framworks bons como Laravel que, por vezes, podem incluir códigos do HTML conjuntamente.

Por√©m, o HTML √© a linguagem mais b√°sica e at√© os dias de hoje muito usada como a forma mais r√°pida de veicular as informa√ß√Ķes e conectar diferentes de tipos de arquivos que comp√Ķe uma p√°gina.

“B√°sica”, por√©m s√≥ com essa belezura, voc√™ esta cons

Além da informação, permite a leitura da mesma informação pelo Google acelerando o entendimento e indexação dos motores de busca.

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A marcação

Essa configuração permite o uso de Hipertexto e marcação. Cada elemento que aparece numa página de internet foi marcada com o uso de um código e uma tag específica.

No caso de página específica é simples a mesma pode ser redigida em códigos da seguinte forma:

Depois de ler copie os c√≥digos acima cole num bloco de notas e salve como ‚Äú√≠ndex.html‚ÄĚ, posteriormente abra esse mesmo arquivo salvo no seu navegador e voc√™ ver√° uma p√°gina com fundo branco a palavra ‚ÄúOl√° Mundo‚ÄĚ em destaque no canto esquerdo.

Se us√°ssemos o ‚ÄúH2‚ÄĚ no lugar do ‚ÄúH1‚ÄĚ o tamanho da fonte ficaria maior.

Dessa forma podemos exemplificar que cada tipo de código utilizado pode alterar, a cor do fundo e das letras, o tamanho das letras e do texto, o alinhamento de textos e imagens, dentre outros aspectos usados para a orientação visual da página.

Porém, cada tipo de linha e objeto exigem o uso de diferentes códigos para inserir textos, imagens e ordenação.

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A história da linguagem do HTML

O HTML foi criado por um f√≠sico brit√Ęnico, Tim Berners-Lee, respons√°vel por criar o primeiro c√≥digo de hipertexto com marca√ß√£o e demais protocolos como o HTTP.

Na época, ele inseriu a linguagem e o protocolo utilizando ambiente de desenvolvimento como o NeXTSTEP numa estação NexTcube.

O surgimento da linguagem codificada em hipertexto surge no mesmo momento da popularização da internet no início dos anos 1990.

Na √©poca, as primeira vers√Ķes do HTML seguiam regras sint√°ticas flex√≠veis o que permitiu o aumento do n√ļmeros de p√°ginas existentes na internet e, com o passar do tempo a sintaxe da linguagem se tornou mais r√≠gida e mais segura.

Os navegadores come√ßaram a ser desenvolvidos para traduzir as informa√ß√Ķes sendo tamb√©m aprimorados para tal procedimento.

A primeira publicação de página de leitura baseada em códigos foi criada por Berners-Lee e Dan Connolly, e publicada em 1993 na IETF como uma aplicação formal para o SGML (com uma DTD em SGML definindo a gramática).

A IETF criou um grupo de trabalho para o HTML em 1994, e publicou o HTML 2.0 em 1995. A partir do ano de 1996, as especifica√ß√Ķes HTML v√™m sendo mantidas, com o aux√≠lio de fabricantes de software, pelo World Wide Web Consortium (W3C).

A linguagem baseada em SGML ganharia mais import√Ęncia a partir do ano de 2000, quando tornou-se tamb√©m uma norma internacional (ISO/IEC 15445:2000).

No final do ano de 1999, a recomendação HTML 4.01 com uma errata em 2001. Antes, em 1997, foi publicado o HTML 3.5. Entre os anos 2002 e 2006, o XHTML seria desenvolvido como uma especificação vinculada ao XML. Até os dias atuais, o XML é considerado um sucessor do HTML.

O XHTML utiliza uma sintaxe mais rigorosa e menos ambígua para tornar o HTML mais simples de ser processado e estendido entre os arquivos.

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O HTML 5

Outra variação dessa linguagem surgiu em 2008 através do HTML 5, com semelhanças em relação ao SGML, mas sem muitas aplicação em relação à antiga base do SGML.

Trazendo melhorias significativas com novas funcionalidades de sem√Ęntica e acessibilidade, al√©m de melhorar o suporte aos mais recentes conte√ļdo multim√≠dias.

Hoje conseguimos fazer muitas coisas com ele, desde web sites até aplicativos mobile, porém temos que usar as outras 2 camadas que se chama CSS e JS.

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Considera√ß√Ķes gerais

O HTML √© uma linguagem de marca√ß√£o, cada elemento (texto, imagem, v√≠deo e √°udio) s√£o marcados atrav√©s de tags, na maioria dos casos, definidas entres os caracteres ‚Äú<‚ÄĚ Tag ‚Äú>‚ÄĚ .

Por exemplo, para iniciar uma linha de par√°grafo, o editor deve usar <p>Estou iniciando esta linha com meu texto</p>.

Na maioria dos casos, as tags devem ser abertas e no final fechadas com ‚Äú</>‚ÄĚ.

Quando for estudar a linguagem, tenha em mente que ela é o esqueleto da página, a base de toda a estrutura da página e do site. O CSS (caso seja aplicado) será a parte externa do corpo.

O CSS permite conceder um melhor estilo de cor, a configuração do texto e alinhar a largura das colunas ( entre muitos outros ) .

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Conclus√£o

Ter conhecimentos em linguagens de edição de páginas para a internet ajuda na hora de configurar um site (mesmo utilizando uma plataforma online) e saber re-orientar a leitura de arquivos editados e publicados na internet.

O conhecimento b√°sico e intermedi√°rio se desenvolve com a pesquisa e a pr√°tica do uso das tags nos editores.

Veja a minha lista de ferramentas.

Saber editar a sua própria página na web pode ajudar a selecionar melhor a mensagem que pretender transmitir e, mesmo que contrate um webdesigner ter um conhecimento mais profundo sobre as possibilidades no processo de desenvolvimento de um site pessoal ou para a sua empresa.

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